Migrar mal custa mais do que retrabalho
Projetos de migração costumam ser tratados como transporte de dados. Só que a operação não vive em planilhas. Ela vive em históricos, relacionamentos, regras, ownership, contexto de atendimento e confiança do time no que está dentro da plataforma. Quando a migração ignora isso, a empresa troca de sistema, mas leva o problema junto.
O risco não está apenas em perder registros. Está em romper fluxo comercial, comprometer SLA, gerar dúvida sobre relatórios e criar meses de limpeza manual depois do corte. Uma migração bem conduzida protege continuidade operacional, melhora qualidade do ambiente novo e reduz o custo oculto de corrigir decisões mal executadas depois.


